segunda-feira, 10 de março de 2014

Resumo AEE PS - Pessoa com Surdez.

AEE PS - Educação Escolar de Pessoa com Surdez.






A inclusão do aluno com surdez deve acontecer desde a educação infantil até a educação superior, garantindo – lhe, desde cedo, utilizar os recursos de que necessita para superar as barreiras no processo educacional e usufruir seus direitos escolares, exercendo sua cidadania, de acordo com os princípios constitucionais do nosso país.
Pois, a escola comum requer que se busque meios para beneficiar sua participação e aprendizagem, tanto na sala de aula como no Atendimento Educacional Especializado.


Conforme Dorziat (1998), o aperfeiçoamento da escola comum em favor de todos os alunos é primordial. Esta autora, deve-se considerar que a simples adoção dessa língua não e suficiente para escolarizar o aluno com surdez.


Assim, a escola comum precisa implementar ações que tenham sentido para os alunos em geral e que esse sentido possa ser compartilhado com os alunos com surdez. Mais do que a utilização de uma língua, os alunos com surdez precisam de ambientes educacionais estimuladores, que desafiem o pensamento, explorar suas capacidades, em todos os sentidos.
É necessário que nós educadores estejamos sempre em busca de conhecimentos e se qualificando para oferecer o melhor para nossos alunos.
Educação Escolar da pessoa com surdez: contextualização histórico, idade média e idade moderna: as primeiras ações na educação escolar.
O texto explicita claramente que somente no final da idade média ocorreu uma pequena reação e ação na educação para as pessoas com surdez , pois já eram tidas como seres humanos alheios a sociedade.
Nesse contexto, alguns educadores foram coadjuvante em conceitos na participação de suas teorias reflexivas, é ao mesmo tempo divergentes na utilização de novos métodos que influenciaram na educação das pessoas com surdez. Dentre eles, podemos destacar John Wallis (1016 – 1703).
Considerando o fundador na Inglaterra, destacou da Fala ou da Formação dos Sons da Fala, ele afirmava que o processo de oralização se teriorava, pois as pessoas com surdez necessitavam de feedbacks.
Nesse sentindo, certamente as pessoas com surdez precisavam estar interagindo, se comunicado continuamente tornando compreensível a linguagem entre elas. No Brasil, as conquistas relacionadas as pessoas com surdez tem sido árdua, houve avanços é claro, mas as limitações ainda persistem em grande número, principalmente no que diz respeito aos ensinamentos para pessoas com surdez causando entraves e angústia no âmbito escolar e na sociedade.


Historicamente as concepções desenvolvidas sobre a educação de pessoas com surdez se fundamentam em três abordagens diferentes: a oralista, a comunicação total e a abordagem por meio do bilinguismo. As propostas educacionais centraram – se, ora na inserção desses alunos na classe comum, ora na classe especial ou na escola especial (MEC / SEE SP, 2010).


Precisamos dar oportunidades a todos sem distinção, é evidente a importância de uma comunicação efetiva, no sentido de criar um vínculo adequado, precisamos pensar nos fatores sociais psicológicos e biopsicológicos, de modo a avaliar a pessoa com surdez e fazer recomendações para atendimento, buscando os recursos visuais e metodológicos necessários para que o aluno aprenda e possa se sentir atuante e fazendo – se parte do processo de ensino e aprendizagem.
O AEE promove o acesso dos alunos com surdez ao conhecimento escolar em duas línguas: em LIBRAS e em Língua portuguesa, a participação ativa nas aulas e o desenvolvimento do seu potencial cognitivo, afetivo, social e linguístico, com os demais colegas da escola comum.

 A prática pedagógica do AEE, parte dos contextos de aprendizagem definidos pelo professor da sala comum, que realizando pesquisas sobre o assunto a ser estudado elabora um plano de trabalho envolvendo os conteúdos curriculares. O professor de AEE entra em contato com esse plano de trabalho para desenvolver as atividades complementares com os alunos com surdez.