AEE PS - Educação
Escolar de Pessoa com Surdez.
A
inclusão do aluno com surdez deve acontecer desde a educação
infantil até a educação superior, garantindo – lhe, desde cedo,
utilizar os recursos de que necessita para superar as barreiras no
processo educacional e usufruir seus direitos escolares, exercendo
sua cidadania, de acordo com os princípios constitucionais do nosso
país.
Pois,
a escola comum requer que se busque meios para beneficiar sua
participação e aprendizagem, tanto na sala de aula como no
Atendimento Educacional Especializado.
Conforme Dorziat (1998),
o aperfeiçoamento da escola comum em favor de todos os alunos é
primordial. Esta autora, deve-se considerar que a simples adoção
dessa língua não e suficiente para escolarizar o aluno com surdez.
Assim,
a escola comum precisa implementar ações que tenham sentido para os
alunos em geral e que esse sentido possa ser compartilhado com os
alunos com surdez. Mais do que a utilização de uma língua, os
alunos com surdez precisam de ambientes educacionais estimuladores,
que desafiem o pensamento, explorar suas capacidades, em todos os
sentidos.
É
necessário que nós educadores estejamos sempre em busca de
conhecimentos e se qualificando para oferecer o melhor para nossos
alunos.
Educação
Escolar da pessoa com surdez: contextualização histórico, idade
média e idade moderna: as primeiras ações na educação escolar.
O
texto explicita claramente que somente no final da idade média
ocorreu uma pequena reação e ação na educação para as pessoas
com surdez , pois já eram tidas como seres humanos alheios a
sociedade.
Nesse
contexto, alguns educadores foram coadjuvante em conceitos na
participação de suas teorias reflexivas, é ao mesmo tempo
divergentes na utilização de novos métodos que influenciaram na
educação das pessoas com surdez. Dentre eles, podemos destacar John
Wallis (1016 – 1703).
Considerando
o fundador na Inglaterra, destacou da Fala ou da Formação dos Sons
da Fala, ele afirmava que o processo de oralização se teriorava,
pois as pessoas com surdez necessitavam de feedbacks.
Nesse
sentindo, certamente as pessoas com surdez precisavam estar
interagindo, se comunicado continuamente tornando compreensível a
linguagem entre elas. No Brasil, as conquistas relacionadas as
pessoas com surdez tem sido árdua, houve avanços é claro, mas as
limitações ainda persistem em grande número, principalmente no que
diz respeito aos ensinamentos para pessoas com surdez causando
entraves e angústia no âmbito escolar e na sociedade.
Historicamente as
concepções desenvolvidas sobre a educação de pessoas com surdez
se fundamentam em três abordagens diferentes: a oralista, a
comunicação total e a abordagem por meio do bilinguismo. As
propostas educacionais centraram – se, ora na inserção desses
alunos na classe comum, ora na classe especial ou na escola especial
(MEC / SEE SP, 2010).
Precisamos
dar oportunidades a todos sem distinção, é evidente a importância
de uma comunicação efetiva, no sentido de criar um vínculo
adequado, precisamos pensar nos fatores sociais psicológicos e
biopsicológicos, de modo a avaliar a pessoa com surdez e fazer
recomendações para atendimento, buscando os recursos visuais e
metodológicos necessários para que o aluno aprenda e possa se
sentir atuante e fazendo – se parte do processo de ensino e
aprendizagem.
O
AEE promove o acesso dos alunos com surdez ao conhecimento escolar em
duas línguas: em LIBRAS e em Língua portuguesa, a participação
ativa nas aulas e o desenvolvimento do seu potencial cognitivo,
afetivo, social e linguístico, com os demais colegas da escola
comum.
A
prática pedagógica do AEE, parte dos contextos de aprendizagem
definidos pelo professor da sala comum, que realizando pesquisas
sobre o assunto a ser estudado elabora um plano de trabalho
envolvendo os conteúdos curriculares. O professor de AEE entra em
contato com esse plano de trabalho para desenvolver as atividades
complementares com os alunos com surdez.
Muito bem colega! Você deixa bem claro no resumo o processo de inclusão da pessoa com surdez e além disso destaca a superação de barreiras, a qualificação profissional e os desafios no ambiente escolar assim como na sociedade.
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